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A Verdade Nua e Crua - Artigo 2



 

Série: A verdade Nua e Crua

Mensagem de um internauta de João Pessoa/ PB, que diz:

“Prezada Mônica, qual a origem do trabalho? Porque uns dizem que é castigo, outros que é benção! Qual sua opinião?

 

Prezado internauta,
          A palavra trabalho vem do latim “tripalium”, que significa castigo. O tripalium do latim era, na verdade, uma espécie de estaca que era fincada no chão para servir de tronco para o castigo dos escravos da idade média. Ou seja, um instrumento de tortura.
          Logo, esse significado contribui para uma visão desagradável do trabalho. Entretanto, temos que considerar que na idade média existia uma divisão social extremamente injusta. Onde os escravos trabalhavam para servir a nobreza que nada faziam.
          A precariedade dos recursos da época serviam para intensificar o esforço e nada existia de estímulos criativos relacionados a prática do trabalho.
          Entretanto, já existiam trabalhadores criativos. Mas estes não eram apontados como trabalhadores, eram vistos como artistas, ou artesãos. No período renascentista, estes surgiram como nuvens – a exemplo de Michelangelo, o gênio que pintou o teto da Capela Sistina.
         Contudo, a evolução e suas mudanças, colocaram os trabalhadores e suas atividades de trabalho, em um patamar diferente. Atribuindo o real valor ao trabalhador.
         Hoje, o trabalhador é considerado como essência das organizações. Não existe empresa 100% com colaboradores 50%. Despertando organizações do mundo inteiro à investirem no capital humano.
         Segundo Stephen Covey, “ a nova era do trabalhador do conhecimento se alicerça em um novo paradigma, o da pessoa integral, com corpo, mente, coração e espírito, dimensões integradas e que precisam ser estimuladas e valorizadas”.
         Sendo assim, podemos afirmar categoricamente que o trabalho é uma atividade que tem como objetivo o crescimento em todas as dimensões do ser. Portanto, é um privilégio.
        Queremos parabenizar todos os trabalhadores, pois o dínamo que movimenta e faz crescer essa nação é a força ativa de cada um.

 

 

                                                                                            Feliz Dia do Trabalho!
 

A Verdade Nua e Crua - Artigo 01




 

Série: A verdade Nua e Crua

Mensagem de uma internauta de Recife/ PE, que diz: “Prezada Mônica, fui à uma festa oferecida pela minha empresa e chegando lá exagerei na bebida e acabei “ficando” com o meu chefe que é comprometido - casado. Depois disso, ele tem me tratado com indiferença e passei a ser “a bola da vez” do escritório, são piadas, comentários maldosos e rejeições. O que devo fazer?

 

 

Prezada internauta, sinto em lhe dizer que “você pisou na bola feio!” Existem basicamente dois tipos de “pecados” corporativos, estes são: os perdoáveis e os imperdoáveis. Os perdoáveis são em maior quantidade, mas como o próprio nome sugere, atrapalha, mas não elimina a pessoa do jogo corporativo. Já os imperdoáveis são poucos mais são letais, e entre os principais estão: primeiro, apropriação indevida de recursos materiais ou informações – isso significa roubo; segundo, relacionamentos afetivos casuais com exposição sexual, especialmente com pessoas de um nível hierárquico superior ao nosso; e o terceiro, é o sujeito não produzir absolutamente nada.
Destes, você feriu um “bombástico”. Porque você feriu uma relação de trabalho, onde deve existir respeito e confiança, mantendo relacionamento sexual com seu chefe. E, feriu sua imagem perante todos os seus colegas. Seu chefe, como você própria afirma, é casado. Ele não cometeu um erro menor, mas como ele chefe, certamente ele fica. Salvo, em algumas poucas organizações com padrões morais bem rígidos, onde ele também seria afastado.
Mas, você amiga está com os dias contados, a menos que esse envolvimento se transforme em relacionamento afetivo, o que é improvável. Visto que, ele está te tratando friamente. Mas se acontecer desse relacionamento casual virá um “amor grande hotel”, você poderá ser promovida a nova esposa, ou amante. Se for esposa, você pode mandar demitir todos que falaram mal de você. E um conselho, fique de olho no chefe – seu marido, porque ele poderá vir a repetir esse mesmo comportamento com outra funcionária. Se você se tornar amante, você terá ainda duas opções: a primeira é continuar trabalhando na empresa – se desejar-, e continuará sendo alvo de fofocas. Se adquirir poder, vai conseguir eliminar alguns fofoqueiros, mas certamente sempre ficará alguém que passará “o babado” adiante. Uma outra possibilidade é sair “a francesa” e ir viver como amante tradicional, num apartamento de paredes vermelhas, à luz de velas, esperando seu amor vir passar suas horas “absolutamente vagas” com você.
Uma outra alternativa – e com certeza a melhor – é que se você estiver realmente arrependida desse vacilo, porque você é uma profissional e reconhece que realmente foi um ato insano, conselho: “pega o seu banquinho e saia de fininho”. Passe seu currículo a limpo, erga a cabeça e de uma forma madura, discreta e resoluta, vá em busca de um novo emprego.
Recomeçar é sempre possível, desde que se queira. Reflita o acontecido e todas as suas consequências e comece de novo, partindo do agora, e que toda essa história tenha te oferecido um grande aprendizado e que você tenha todo sucesso em sua nova carreira.
 

A Verdade Nua e Crua



                    Prezados(as) leitores(as), temos recebido um número considerável de mensagens contendo dúvidas acerca de situações profissionais bem corriqueiras, mais com um nível de importância crucial para quem deseja crescer, são perguntas assim:

Como devo me vestir para uma entrevista de trabalho?

O que coloco em meu currículo para atrair mais atenção?

Como lidar com um chefe difícil?

Como devo me comportar nas festinhas promovidas pela minha empresa, com que roupa devo ir, posso ser “natural”?

Como conseguir uma promoção em um curto espaço de tempo, o que preciso fazer?

                 Enfim, são questões profissionais que envolvem comportamento, relacionamento interpessoal, conduta, postura, carreira, coisas que às vezes incomodam e nem sempre conseguimos obter das pessoas mais próximas uma resposta neutra e sincera. Ás vezes até ficamos envergonhados em perguntar. Então, visando ajudar no sentido de apontar o melhor caminho a seguir, sem julgamentos e sem hipocrisia criamos a série A VERDADE NUA E CRUA”. Teremos através desse caminho uma comunicação direta, franca e sigilosa.

                 Mandem suas dúvidas profissionais através do site www.monicaconsultoria.com.br ou do endereço eletrônico monicaconsultoria@monicaconsultoria.com.br, coloque no assunto: A Verdade Nua e Crua. Teremos a maior satisfação em poder desmistificar de forma leve algumas dúvidas que acabam se transformando em dilema.

                  Não se preocupe que manteremos sua identidade protegida, para tal qualquer semelhança será mera coincidência. A partir de hoje aguardamos suas perguntas e esperamos que esta ferramenta seja uma ponte sólida entre a Mônica Consultoria e você.

 


 

Quanto Custa a Competência?



Permita-me aproveitar o evento Copa do Mundo, especificamente a Copa do Mundo no Brasil e, ainda enfatizar com mais rigor a performance lamentável da nossa “seleção de craques”, neste artigo. Para dizer que mesmo o pior crítico de futebol, condição em que me incluo, pode julgar que tivemos o pior desempenho de todos os tempos. E que no mínimo, tal acontecimento deverá nos permitir fazer algumas reflexões, a saber: primeiro, nossos craques da seleção demonstraram “muita ginga”, pouca técnica e uma estratégia desordenada. Sem um planejamento estratégico eficaz os objetivos de uma organização tornam-se comprometidos pelas variáveis externas que inevitavelmente surgem. Ainda mais, se o concorrente for estratégico. Nesse caso é quase uma causa perdida. Os componentes de um time precisam entender e treinar suas estratégias, através de um programa de educação continuada, onde conhecimentos multidisciplinares sejam exaustivamente estudados e assimilados. Segundo, depositaram toda confiança em um só componente da equipe, provocando uma responsabilidade individual tamanha que enfraqueceu o desempenho do mesmo. Empresas só crescem se tiverem um time onde cada um atue em sua posição de forma eficiente e eficaz, é justamente a união das partes, como num quebra-cabeças, que define o resultado. Terceiro, nossa seleção demonstrou a ausência de um trabalho contínuo, consistente, amadurecido. Até uma escola de samba para desfilar por uma hora, planeja e ensaia o ano inteiro. Julgo que estes fatores precipitaram este resultado que entristeceu uma nação inteira. Mas, se serviu para “o gigante” realmente despertar vai ter valido a pena amargar esta vergonha internacional. Se serviu para entendermos definitivamente o valor do aprendizado, do planejamento, da preparação e do trabalho em equipe; Se serviu para os gestores de empresas do setor público e privado compreenderem que treinamento não é custo, que educar não é deixar de vender; Se serviu para compreendermos o valor de planejar, realizar e monitorar os resultados; Se tudo isso acontecer, a Copa terá sido “nossa” – a nossa redenção.  

Plano de TRAção



Quando estabelecemos objetivos é porque sabemos exatamente onde queremos chegar. Contudo há, muitas vezes, um abismo entre dois pontos - o que queremos e nossas possibilidades de alcançar.

Na realidade entre esses dois pontos encontra-se a fonte das nossas maiores frustrações, desânimos e desesperanças. É quando “sei o que quero, mas vejo distante demais o meu alvo”, nesse caso o que fazer? Desistir? Mudar de alvo?

É bem mais fácil alcançar o que queremos quando ao invés de permitirmos a existência desse abismo, usarmos nossa criatividade para construirmos uma ponte.
Essa ponte imaginária se traduzirá em um equivalente material através de uma ferramenta conhecida como plano de ação.

Trata-se do projeto que estabelece como seu objetivo será alcançado passo a passo, incluindo: o que deverá ser feito, porque, como será feito, quando, onde será feito, quem irá ficar responsável por cada etapa ou tarefa e quanto custará.

Simples, não é? É. Porém, mesmo algumas pessoas conhecendo não fazem. Não fazem porque somos vítimas das nossas próprias queixas e lamentações, preferimos reclamar do que arriscar alguma estratégia que mesmo remotamente possa nos libertar de uma existência “sem sal”.

Por isso, mais do que um plano de ação temos que estabelecer um plano de TRAção.

TRAção significa transform + ação. Enquanto não transformarmos algo dentro de nós que teima “em permanecer como está”, nossos objetivos ficarão sempre fora do nosso alcance. Porque existem coisas que certamente precisamos fazer ou deixar de fazer para que nosso plano aconteça.

Existe um versículo bíblico que diz: “E transformados sereis num abrir e fechar de olhos”. O que traduzindo significa que não precisamos passar a vida inteira para modificarmos um estado, um sentimento ou qualquer outra coisa que esteja nos impedindo de realizar nosso potencial.

Então, fica a reflexão: transforme-se, ouse ser algo maior do que sua imaginação possa supor, arrisque-se e estabeleça um plano de TRAção para servir de bússola que o direcione rumo aos seus objetivos mais audaciosos.