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Acredite em Você!



 

Vivemos um momento de mudanças e adequações.
Profissionais de todos os segmentos estão sentindo-se compelidos a transformarem seus hábitos, rotinas e posturas. Contudo, mudar é sempre um desafio, sobretudo quando a realidade não nos oferece outra opção, ou seja, não se trata de querer mudar e sim de ter de mudar.
São nestes momentos que velhas crenças podem atrapalhar nossos planos, assim como essas:
-“sempre fiz assim e, deu certo”-
ou,
-“já estou velho demais para aprender”-
ou mesmo
-“mas eu gosto de fazer assim”-
ou,
-“não consigo fazer diferente”.
Enfim, estes paradigmas citados são crenças que absorvemos no decorrer de nossas histórias. Estão consolidadas em consonância com nossas palavras e atitudes e muitas vezes ter que abandoná-las significa para nossa psique deixar de ser quem somos.
Mas, precisamos entender que temos a capacidade interna de nos recriarmos sempre, e a vida inteira. Somos seres transformáveis – nossas células se renovam, nossas experiências, por mais que tenhamos uma rotina, são sempre diferentes – precisamos mesmo é acreditarmos em nós mesmos. É importante refletirmos a sábia filosofia de Fernando Pessoa, contida na citação:
“Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos”.

 


 

Como Manter seu Emprego em Tempos de Crise




 

Uma das emoções mais devastadoras é o medo, porque ele tanto acelera as reações, quanto trava. E um dos medos mais comuns é o de perder a segurança. Condição que na Hierarquia das Necessidades (Masllow) está no segundo patamar da pirâmide. Ou seja, é uma das necessidades mais instintivas.
E, a iminência de perder o emprego, que gera o sustento e a realização de outras ambições humanas, provoca uma grande insegurança e por consequência, assusta; roubando o sossego, tirando o sono, a calma e provocando o adoecimento.
Esse “fantasma” tem afetado muita gente atualmente, em razão da situação econômica em que nos encontramos.
Então, gostaria de sugerir algumas reflexões que responderão ao final, como você tem tratado seu emprego: Nos últimos trinta dias você tem procurado desenvolver novas competências? Tem se esforçado para manter bons relacionamentos no âmbito profissional? Seu foco está na solução, nas ideias, na razão? Tem feito sua empresa economizar de alguma forma? Você está normalmente bem-humorado? As pessoas se sentem bem quando estão próximas de você?
Suas respostas a estes questionamentos serão ferramentas importantíssimas para medir sua empregabilidade. Por isso, se sua resposta a qualquer uma das perguntas citadas acima for não, está mais do que na hora de mudar sua postura.
Muitos profissionais ainda acreditam que para se “segurar” no emprego as melhores estratégias são estas: ou tornar-se predador, ou seja, para se “manter vivo” é necessário eliminar alguém; ou mesmo tornar-se subserviente, obedecendo cegamente todas as regras, sem jamais se posicionar, apenas balançando a cabeça e seguindo o rebanho. As empresas estão cada vez mais seletivas no sentido de só manterem em seus quadros profissionais que agreguem. E pessoas com essas características citadas não fazem isso. As empresas hoje necessitam mais do que nunca de gente que pense em novas estratégias, trabalhem em equipe, mostrem soluções e se tornem parte de todas as ações para fazer as coisas acontecerem. Se você for uma dessas pessoas, fique tranquilo, seu emprego está garantido!

VERÁS QUE UM FILHO TEU NÃO FOGE A LUTA!



 

07 setembro


 


VERÁS QUE UM FILHO TEU NÃO FOGE A LUTA!

Entrando no clima das comemorações do Dia da Pátria, gostaria de fugir ao lugar-comum das queixas e lamentações de um país que verbaliza, na grande maioria das vezes com justificativas racionais, palavras como corrupção, desemprego, educação precária, saúde lamentável e segurança frágil, para proclamar um outro lado desse mesmo Brasil. Quero falar de um país que apesar de ainda embalar todas essas nomenclaturas vergonhosas, é formado de um povo com um potencial que vai além de qualquer adjetivo negativo. Quero cantar em versos e prosas um país que tem em seu seio o símbolo sempre presente do calor humano, da sensibilidade, da emotividade cultural que torna nossa terra mais garrida e nossos campos sempre e com cada vez mais flores. Da força criativa e empreendedora de um povo que desconhece a palavra desistir. Gostaria de nessa oportunidade também conclamar aos brasileiros e brasileiras de todas as cores, formas, ideologias e capital social, que possamos levantar uma bandeira que com toda certeza pode mudar a face turva dessa história. O desafio consiste em aproveitarmos nossa herança cultural privilegiada, que nos torna um povo de todas as raças e culturas e investirmos em transformar o caos através da educação. Essa é nossa maior ferramenta. Se a abertura de fronteiras nos trouxeram oportunidades de assimilar conhecimentos globais, que possamos abraçar esta causa. A independência se dá pelo saber desenvolver a educação das possibilidades, da sensibilidade e do verdadeiro enriquecimento que poderá nos tornar iguais. Que as pessoas e as organizações de trabalho possam investir em aprendizado, não apenas nos conhecimentos técnicos, também em saberes comportamentais, éticos e morais. Que as instituições públicas e privadas ofereçam mais estímulos e recursos para essa causa, e com certeza, “verás que um filho teu não foge a luta.” Acredito ser essa a única alternativa para nossa independência, ou morte...


 

Tempo de Recomeçar



 

O início de um novo ano trás consigo as promessas de fim de ano, os objetivos traçados, o desejo de fazer tudo novo, diferente e melhor.
Porém, quando menos esperamos estamos seguindo o mesmo curso, fazendo as mesmas coisas. Sendo vítimas de nossas limitações. Então, o que fazer para recomeçar?
Primeiro, vamos entender o sentido real da palavra limitação, compreendendo-a ao pé da letra. Dessa forma, vamos entender que os limites que impomos a nós mesmos para entrarmos em ação no sentido de crescer e evoluir nas mais diversas áreas da vida, são as nossas limitações.
Mas, porque permitimos que alguns sentimentos, atitudes ou palavras nos impeçam de desenvolver nossa potencialidade. A resposta é simples – nem mesmo sabemos por que “batemos sempre nas teclas erradas”.
Isto acontece por não buscarmos na origem, na nascente, as razões desses impedimentos autoimpostos.
É mais ou menos como se estar à margem de um rio, e de repente escutar gritos de alguém se afogando, você mergulha e com muito esforço salva essa pessoa; quando você já está na margem, escuta outro grito, deixa a pessoa que você salvou se recuperando e mergulha novamente; de repente, já é a sexta pessoa que você salva na mesma circunstância, já está se sentindo exausto. E aí reflete: não teria sido melhor, ter ido examinar quem estaria jogando estas pessoas, ou o que realmente estaria provocando essa situação?
Bem, guardadas as devidas proporções, conosco e com nossas limitações acontece do mesmo jeitinho.
De nada adiantará vivermos permanentemente consertando mal-entendidos, essa atitude não nos permitirá realizar todo o nosso potencial e nos sentirmos plenos.
Precisamos refletir seriamente acerca das razões que nos impelem a repetir sempre as mesmas histórias e querer da vida respostas diferentes.
Então, sugerimos: antes de começar a trabalhar por suas metas de 2014, pense quais são as principais limitações que poderão atrapalhar seus melhores planos.
“Conhecer esses inimigos tão íntimos”, poderá nos oferecer forças para lutar contra eles e vencermos o jogo. Mas, não tente vencer todas as limitações de uma vez, trabalhe sempre de duas em duas. Venceu duas, celebre! Comece a trabalhar com mais duas e assim por diante.
Você verá que utilizando essa estratégia, conquistar seus objetivos será mais fácil e seu ano novo será realmente diferente dos anos anteriores. Vale a pena tentar, é tempo de recomeçar!
 

O que você quer ser quando crescer?



   Quando criança é comum nos surpreendermos com a primeira das grandes questões da vida: “o que você quer ser quando crescer”. A resposta é sempre “na lata”, e respondemos sempre as profissões que achamos divertida, instigante, atraente, desafiadora, que combina com nosso jeito de ser.

   Mas, aí o tempo passa e nossas experiências e influências na maioria das vezes nos afasta do sonho da profissão de criança. Ou nos afasta de qualquer outro sonho.


Crescemos e aquela questão permanece – “o que você quer ser quando crescer?”


   Se na infância essa questão em nada incomoda, na vida adulta parece um fardo. É como se as decisões que tomamos na vida estivessem nos carregado para tão, tão distante da nossa essência que é impossível voltar, o que nos frustra severamente.


Porém, a criança que fomos permanece no nosso corpo de adultos. Se podemos errar tantas vezes enquanto adultos, por que não podemos tentar acertar naquilo que sentimos ser nossa vocação. O que falta então?


   Faltam três atitudes que não podíamos, nem precisávamos ter quando crianças. Primeiro, precisamos estabelecer objetivos que incluam ser feliz. Se prá ser feliz você precisar largar uma carreira e começar tudo de novo, faça! Precisamos ter coragem; e finalmente temos que tomar as rédeas da nossa existência.


Com certeza absoluta se fizer na vida o que desperta prazer, satisfação, entusiasmo, você será o melhor. Os desafios e limitações existirão sempre, contudo serão mais fáceis de serem superados. Porque seu combustível será sua motivação, sua fé, sua alegria de estar realizando na vida sua missão pessoal.


   E mais, esse será o seu maior legado: A certeza que em sua existência pôde contribuir substancialmente para tornar esse mundo melhor naquilo que você faz de mais completo. Seja construir um edifício, fazer uma comida, ministrar uma aula, vender um produto, salvar uma vida, consertar um equipamento, limpar uma casa, cuidar de pessoas... Não importa, vale qualquer ofício, contanto que você se sinta realizado.


   Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.
Fernando Pessoa