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A Importância da Avaliação de Desempenho



Desde muito cedo somos avaliados, os pais costumam realizar as avaliações informais de seus bebês, quando declaram: “esse menino é um anjo, dorme a noite toda”.  Ou, “essa menina é muito esperta”.  No decorrer do nosso desenvolvimento permanecemos sendo constantemente avaliados, desde as comparações feitas pelos iguais, tipo: aquela garota é mais bonita que aquela outra, aquele garoto é “nerd”, aquele lá é um “bad boy”; aí vem os boletins, os vestibulares, os concursos, os processos seletivos e por aí vai.
É lógico que as avaliações permanecem até o fim da vida, então é justo que no ambiente corporativo sejamos avaliados. Porém, se essa avaliação corporativa for totalmente informal pode se transformar em preferência, ou até fofoca, o que direciona à um clima organizacional ruim. Dessa forma, por todas as razões a avaliação corporativa deve ser formal, de maneira processual e deve se transformar numa análise de crescimento do colaborador, do cumprimento dos objetivos gerais e da rentabilidade organizacional. Configurando uma Avaliação de Desempenho.
Estas podem ser realizadas de várias formas, a saber: o gestor de cada setor avalia seus colaboradores apenas; uma outra forma é quando o gestor de cada setor avalia seus colaboradores e os colaboradores avaliam o gestor; e a outra modalidade é quando há uma avaliação simultânea, os diretores avaliam os gestores subordinados, os gestores diretos avaliam os diretores a quem remetem seus resultados, os gestores avaliam os colaboradores e os mesmos avaliam seus gestores, perfazendo uma avaliação de 360 graus.
As avaliações de desempenho oferecem feedback aos colaboradores, permitindo que as pessoas desenvolvam seus potenciais e sejam devidamente redirecionadas, se for o caso; são diagnósticas, apresentam a situação real e prospecção de crescimento, assim como fortalecem os objetivos da empresa.  
Esse texto está longe de pretender oferecer uma metodologia científica de aplicação da Avaliação de Desempenho, nosso propósito será plenamente alcançado se o leitor despertar para a importância dessa ferramenta e se estimular para uma pesquisa aprofundada que o permita estabelecer em sua empresa.
 

Mãe Profissional



Ser mãe não é padecer no paraíso, é padecer no mundo corporativo de nossa atual conjuntura socioeconômica. Onde em muitas organizações a maternidade ainda representa uma ameaça à produtividade, infelizmente ainda nos deparamos com notícias de algumas empresas que enxergam a mulher mãe como prejuízo. 

Na realidade, é óbvio que em algumas fases da maternidade a criança fisicamente e afetivamente depende inteiramente da mãe, e é para suprir as necessidade da mãe e da criança nessa fase que se instituiu a licença-maternidade. Mas, esse período tem prazo e ao final, essa profissional mãe atenderá plenamente e competentemente suas demandas externas. Até porque a mudança na ordem social, onde vemos frequentemente um percentual considerável de mulheres responsáveis diretas pelo sustento da família, criou mecanismos que auxiliam a mulher na criação dos seus filhos. São creches especializadas, escolas com dois turnos, colônias de férias, etc. No mais a ciência já comprovou a habilidade intrínseca do gênero feminino em desenvolver com habilidade multitarefas. 


Finalmente, é apropriado dizer que grandes empresas, possuem grandes mentes e esse requisito independe do tempo e do local destinado às tarefas desenvolvidas, no mercado atual a produtividade é mensurada pelos resultados que a profissional consegue não apenas trazer, mas manter. Portanto, vamos aproveitar o Dia das Mães para felicitar com o coração cheio de orgulho essas profissionais mães que de forma competente, segura e amorosa conseguem em um mercado tão competitivo manterem acesas suas estrelas. 

Gestão ou Congestão?



“Quando alguém encontra seu caminho, precisa ter coragem suficiente para dar passos errados. As decepções, as derrotas, o desânimo são ferramentas que Deus utiliza para mostrar a estrada.”

(Paulo Coelho)

 

O mundo corporativo pede licença aos que teimam em permanecer com uma visão de mundo reativa e insistem em acreditar que a revolução tecnológica é o único fator que determina a permanência e ascensão das empresas.

A revolução tecnológica é sem dúvidas uma variável fundamental, mas todos que pesquisam as mudanças de mercado ocorridas nos últimos dez anos sabem que o grande trunfo para vencer os desafios corporativos e manter-se em meio a tantas mudanças reside no poder interior existente nas pessoas que formam as organizações de trabalho.

São as pessoas que de fato impulsionam o mercado, são elas que movimentam, descobrem, negociam, comemoram, recomeçam, vibram, acreditam; enfim, as pessoas dão alma aos negócios e é a partir deste nascimento que estes, de fato, tornam-se tangíveis e prósperos.

Sugerimos um trabalho que foque a descoberta das competências individuais e o desenvolvimento destas. Sugerimos colocar a pessoa certa no lugar certo, encontrar as ferramentas que podem ser oferecidas para que em sua posição o indivíduo possa superar os obstáculos e alcançar metas que satisfaçam as suas necessidades e as necessidades da empresa.

Esta mensagem deseja soar como uma alerta ao que percebemos num grande percentual de organizações – é como se para elas o sucesso viesse de fora, simplesmente do mercado, nunca se atribui as pessoas. E quando agimos dessa forma, desvalorizamos o verdadeiro patrimônio de uma empresa que são as pessoas. Pessoas que produzem, consomem, que criam e dão vida ao círculo econômico. 

Os processos, a tecnologia, as estratégias mercadológicas, todos esses fatores são muito importantes. São coadjuvantes. Mas, enquanto de fato o ser humano não for considerado em todo seu potencial cognitivo, criativo e em outros potenciais humanos, problemas que há muito deveriam ter sido superados definitivamente permanecerão. Gestão sem priorizar as pessoas é congestão.

A educação continuada, realizada através de cursos, campanhas de conscientização, gestão compartilhada, coach, palestras são alguns meios excelentes que conferem a sua empresa o título de empresa que existirá no futuro. Reflita: sua empresa tem feito gestão,ou congestão?