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O MUNDO AMA OS VENCEDORES E NÃO TEM TEMPO PARA OS PERDEDORES - Napoleon Hill



Que significado essa citação confere à nossa realidade? O que significa ser vencedor? Os obstáculos são presenças certas na trajetória de qualquer indivíduo, sobretudo se existe uma perspectiva de objetivos claros e ousados. Ou seja, quando a pessoa sabe o que quer e estabelece um alvo, normalmente na caminhada rumo aos seus propósitos surgem inúmeras dificuldades que desanimam, desviam e cansam fazendo com que facilmente o sujeito desista. Então, o vencedor é aquela pessoa que não desiste e consegue alcançar seus objetivos “no peito e na raça”. Sempre alcançando um objetivo e já partindo para outro numa caminhada permanente de vitórias. Contrariando o mito da “sorte”, que indica que para se conseguir êxito só se conta com o acaso. Entretanto, o círculo de pessoas que fazem parte dessa parcela de “insistentes” é muito pequeno. Walt Disney citou “gosto do impossível, porque lá a concorrência é menor”.  Por que a concorrência é menor nas realizações impossíveis? Porque ir além do possível cansa e é dolorido. Porém, mesmo a maioria parando nas realizações possíveis, não indo além, há pessoas que passam a vida inteira numa confortável vida de não-realizações, e quando envelhecem lastimam-se profundamente de uma existência insossa. Mas, mesmo a maioria sendo assim, o mundo ama os vencedores, aplaudem e cobiçam. E com a mesma intensidade emocional, condenam e desprezam os perdedores. Psicologicamente pode se explicar essa condição partindo do princípio do prazer (S. Freud), quando se entende que fugimos de sentimentos que provocam mal-estar e vamos em busca de sentimentos que nos oferecem satisfação. Dessa forma, perder em qualquer âmbito, provoca mal-estar e ganhar gera uma profunda satisfação. Até estar junto ou mesmo acompanhar a distância, através das mídias, pessoas que são ícones de realizações provocam satisfação, mesmo a realização sendo de outrem. Essa reflexão, pode gerar um questionamento: de que lado você se encontra hoje? No lado dos vencedores ou na imensa ala dos perdedores? Ficando o aviso de que em qualquer condição em que você se encontre é possível mudar de lado, basta querer! E ainda mais, no lado dos vencedores a satisfação é extravagante, vale a pena!

Plano de TRAção



Quando estabelecemos objetivos é porque sabemos exatamente onde queremos chegar. Contudo há, muitas vezes, um abismo entre dois pontos - o que queremos e nossas possibilidades de alcançar.

Na realidade entre esses dois pontos encontra-se a fonte das nossas maiores frustrações, desânimos e desesperanças. É quando “sei o que quero, mas vejo distante demais o meu alvo”, nesse caso o que fazer? Desistir? Mudar de alvo?

É bem mais fácil alcançar o que queremos quando ao invés de permitirmos a existência desse abismo, usarmos nossa criatividade para construirmos uma ponte.
Essa ponte imaginária se traduzirá em um equivalente material através de uma ferramenta conhecida como plano de ação.

Trata-se do projeto que estabelece como seu objetivo será alcançado passo a passo, incluindo: o que deverá ser feito, porque, como será feito, quando, onde será feito, quem irá ficar responsável por cada etapa ou tarefa e quanto custará.

Simples, não é? É. Porém, mesmo algumas pessoas conhecendo não fazem. Não fazem porque somos vítimas das nossas próprias queixas e lamentações, preferimos reclamar do que arriscar alguma estratégia que mesmo remotamente possa nos libertar de uma existência “sem sal”.

Por isso, mais do que um plano de ação temos que estabelecer um plano de TRAção.

TRAção significa transform + ação. Enquanto não transformarmos algo dentro de nós que teima “em permanecer como está”, nossos objetivos ficarão sempre fora do nosso alcance. Porque existem coisas que certamente precisamos fazer ou deixar de fazer para que nosso plano aconteça.

Existe um versículo bíblico que diz: “E transformados sereis num abrir e fechar de olhos”. O que traduzindo significa que não precisamos passar a vida inteira para modificarmos um estado, um sentimento ou qualquer outra coisa que esteja nos impedindo de realizar nosso potencial.

Então, fica a reflexão: transforme-se, ouse ser algo maior do que sua imaginação possa supor, arrisque-se e estabeleça um plano de TRAção para servir de bússola que o direcione rumo aos seus objetivos mais audaciosos.
 

Num Lindo Balão Azul



Tenho observado que na maioria do tempo investimos toda força em nossos pontos fortes e os usamos para alcançarmos os nossos objetivos, realizando nossos sonhos. Entretanto, são as nossas limitações, nossos pontos fracos, que nos impedem de ir além e até atrapalham a realização destes alvos.
Sendo assim, vale a pena fazermos uma reflexão com foco neste ponto: ora, se são os pontos fracos e não os fortes que nos atrapalham, não seriam nestes primeiros que deveríamos focar mais?
Recordo-me então dos tempos de universidade, quando percebi que meu ponto fraco em toda grade curricular eram as estatísticas, depressa investi um tempo significativo no estudo delas. Passei então a dedicar várias horas semanais de estudos naquilo que mais me embaraçava. Pensei: “Se no que era boa havia toda uma facilidade de aprendizado, inclusive uma motivação especial, não seriam estas que iriam atrapalhar meu sonho de formatura. O que poderia “azedar meu leite” seriam as estatísticas.”
No momento que resolvi focar aquela limitação com o objetivo de aprender, fazendo exercícios contínuos e perseverantes, aprendi de verdade e obtive nos exames os melhores resultados.
Tem uma história que narra a experiência de um homem que levou seu filho para um campeonato de balonismo. “Pai e filho chegaram ao local do evento e logo começaram a observar deslumbrados a cena dos balonistas se preparando para alçar vôo; eram balões de todas as cores do arco-íris se enchendo de ar e começando a ocupar o céu.
Pilotos e equipes se movimentavam apressados. As labaredas dos maçaricos pontuavam o zum-zum matinal, e os balões inflados se preparavam para levar seus passageiros às alturas, sendo atados com força até as cordas serem removidas.
De repente foram atraídos pela visão de um balão que a maioria das pessoas estava afastando-se dele, pois tinha se tornado perigoso – o maçarico parara de lançar ar quente no balão antes que ele se inflasse por completo. Meio murcho e preso por uma corda longa, ele se movimentava lentamente em círculos, derrubando tudo que estivesse em seu caminho como uma imensa bola de boliche. Um membro da equipe tentava desesperadamente desamarrar uma corda, enquanto o balão causava um desastre em câmera lenta.
Nesse momento, o pai virou para o filho e falou: - “Eu sei como é sentir isso. Eu sei como é querer se soltar do chão estando amarrado a algo e tentar desesperadamente se libertar sem conseguir”.
Bem, assim acontece conosco, são cordas invisíveis que nos mantém presos e nos impedem de alçar voos. Essa história faz refletir que todos, estamos a bordo de um “colorido balão de gás”. E que reconheçamos ou não, estamos participando de uma corrida. E que não são nossos talentos naturais que nos impedem de sermos vitoriosos em alguns “campeonatos”, e sim nossas limitações pessoais.
Portanto, vamos pensar – e listar, que limitações têm nos atrapalhado mais e conscientemente vamos fazer um plano de ação para atacá-las diretamente e diariamente. Acredite! Só dessa forma, poderemos alçar os voos incríveis que merecemos, tornando essa existência uma fantástica aventura num lindo balão azul!

Tempo de Recomeçar



 

O início de um novo ano trás consigo as promessas de fim de ano, os objetivos traçados, o desejo de fazer tudo novo, diferente e melhor.
Porém, quando menos esperamos estamos seguindo o mesmo curso, fazendo as mesmas coisas. Sendo vítimas de nossas limitações. Então, o que fazer para recomeçar?
Primeiro, vamos entender o sentido real da palavra limitação, compreendendo-a ao pé da letra. Dessa forma, vamos entender que os limites que impomos a nós mesmos para entrarmos em ação no sentido de crescer e evoluir nas mais diversas áreas da vida, são as nossas limitações.
Mas, porque permitimos que alguns sentimentos, atitudes ou palavras nos impeçam de desenvolver nossa potencialidade. A resposta é simples – nem mesmo sabemos por que “batemos sempre nas teclas erradas”.
Isto acontece por não buscarmos na origem, na nascente, as razões desses impedimentos autoimpostos.
É mais ou menos como se estar à margem de um rio, e de repente escutar gritos de alguém se afogando, você mergulha e com muito esforço salva essa pessoa; quando você já está na margem, escuta outro grito, deixa a pessoa que você salvou se recuperando e mergulha novamente; de repente, já é a sexta pessoa que você salva na mesma circunstância, já está se sentindo exausto. E aí reflete: não teria sido melhor, ter ido examinar quem estaria jogando estas pessoas, ou o que realmente estaria provocando essa situação?
Bem, guardadas as devidas proporções, conosco e com nossas limitações acontece do mesmo jeitinho.
De nada adiantará vivermos permanentemente consertando mal-entendidos, essa atitude não nos permitirá realizar todo o nosso potencial e nos sentirmos plenos.
Precisamos refletir seriamente acerca das razões que nos impelem a repetir sempre as mesmas histórias e querer da vida respostas diferentes.
Então, sugerimos: antes de começar a trabalhar por suas metas de 2014, pense quais são as principais limitações que poderão atrapalhar seus melhores planos.
“Conhecer esses inimigos tão íntimos”, poderá nos oferecer forças para lutar contra eles e vencermos o jogo. Mas, não tente vencer todas as limitações de uma vez, trabalhe sempre de duas em duas. Venceu duas, celebre! Comece a trabalhar com mais duas e assim por diante.
Você verá que utilizando essa estratégia, conquistar seus objetivos será mais fácil e seu ano novo será realmente diferente dos anos anteriores. Vale a pena tentar, é tempo de recomeçar!
 

O Tempo não Para...



O célebre cientista Albert Einstein apresentou a humanidade sua “Teoria da Relatividade”, onde ele justifica cientificamente que o tempo depende da circunstância, matéria, e outros fatores. Pretendo remeter a essa brilhante teoria para de uma forma extremamente simples falar da contemporaneidade do tempo.
A título de exemplo, o tempo gasto com atividades que nos oferecem prazer passa rápido, se você estiver com a pessoa amada, duas horas parecem dois minutos; e o mesmo tempo desperdiçado com estímulos estressantes parecem não passar, imaginem uma fila para pagar uma conta.
Contudo, de uma forma ou outra o tempo não para, ele é absoluto e acreditamos ser o maior bem, porque é um recurso parco.
Quando chegamos a essa época do ano, próximo a virada, começamos a refletir como aproveitamos nosso tempo, como temos vivido nossos dias, o que estamos construindo.
E nos resta a possibilidade de que essa reflexão gere um planejamento de mudança que nos possibilite que “dias melhores virão”.
Reclamamos muito da falta de tempo, e sabemos que a falta de tempo é a desculpa dos que não tem tempo por falta de método.
Ora, o dia de todas as pessoas tem 24 horas, por mais tarefas que tenhamos, são 24 horas; se tivermos tempo sobrando são 24 horas. Mas, ainda com pouco ou muito tempo, utilizamos nosso “precioso tempo” mais com coisas inúteis, do que com as coisas que realmente acrescentem algo edificante à nossa história.
Então, o segredo para aproveitar ao máximo nossa existência, usufruindo das maravilhas desse novo tempo e, tendo equilíbrio nas adversidades é separar todas as coisas que precisa e que quer fazer em três dimensões, que são: atividades essenciais, atividades importantes e atividades acidentais.
Se o tempo é um bem limitado e absoluto, talvez não tenhamos muito tempo para coisas acidentais, não o tempo inteiro como fazem muitos.
Precisamos focar nossos interesses no essencial e no importante.
Para tal, estabeleça sua agenda de interesses e defina o que é essencial de ser feito, o que é importante que se faça e o que é absolutamente acidental.
Lembre que viver é aproveitar o tempo presente, fazendo o que é essencial.
Não somos senhores do tempo, o máximo que podemos é tirar proveito dele de uma forma racional, com resultados mensuráveis e prazer.
Então, “carpe diem”!